domingo, 3 de novembro de 2013

Introdução - Trabalho sobre Carvão.

Neste trabalho o assunto tratado será o carvão como fonte de substâncias aromáticas, com enfoque em hidrocarbonetos aromáticos. Possuímos por objetivo a melhor compreensão sobre o assunto e aprendizado do grupo como um todo.

Desenvolvimento do Trabalho

Carvão mineral

 O carvão mineral é um combustível de origem fóssil resultante da transformação química do soterramento de troncos, raízes, galhos e folhas de árvores, sendo que esse processo leva milhões de anos para se desenvolver. O tempo e as condições (pouco oxigênio, pressão da terra, altas temperaturas, etc.) que esses vegetais ficam depositados, favorecem a formação de uma massa negra homogênea, denominada jazida de carvão mineral.
 A partir do século XVIII, o carvão mineral passou a ser utilizado como fonte energética, substituindo, gradativamente, a lenha, que era a principal fonte de energia utilizada pelo homem. A intensificação do seu uso proporcionou subsídios para o desenvolvimento industrial, e o carvão mineral foi essencial durante a Primeira Revolução Industrial. As máquinas movidas a vapor, alimentadas pelo carvão, passaram a ser comercializadas na Inglaterra durante a segunda metade de 1700.
 Até a primeira metade do século XX, ele foi a principal fonte energética primária, sendo utilizado pelas usinas termoelétricas na geração de eletricidade, entretanto, o petróleo o superou. Conforme dados divulgados em 2008, pela Agência Internacional de Energia (AIE), 26,5% da energia elétrica mundial provém do carvão mineral; o petróleo, por sua vez, é responsável por 34%.
 Os maiores produtores mundiais dessa fonte de energia são a Federação Russa, Estados Unidos, China e Canadá, respectivamente. No Brasil, existem pequenas reservas de carvão mineral, que se localizam nos estados da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Porém, por ser um combustível não renovável, o carvão irá exaurir-se na natureza e, de acordo com a AIE, caso se mantenha o ritmo de consumo das últimas décadas, esse fenômeno ocorrerá em menos de 200 anos.
 Ainda hoje, o carvão mineral é bastante utilizado, e a sua queima para a obtenção de energia gera vários problemas de ordem ambiental, pois durante esse processo ocorre a liberação de dióxido de carbono, causando a poluição atmosférica, intensificando o efeito estufa e contribuindo para a ocorrência de chuvas ácidas. Outros agravantes são os descartes de resíduos sólidos, poluição térmica e os riscos durante sua exploração nas jazidas.
 A HISTÓRIA DO CARVÃO FÓSSIL no Brasil teve início em 1795 com a descoberta, por técnicos ingleses, que construíam ferrovias na região do baixo Jacui, Rio Grande do Sul, da ocorrência deste recurso. Em 1801 houve a primeira notícia sobre a existência de carvão na região de Candiota, próximo à fronteira com o Uruguai, também a partir dos ingleses. A mineração de carvão na região foi iniciada na segunda metade do século passado, ainda por trabalhadores ingleses, alguns dos quais migraram para a região do baixo Jacui. O imperador D. Pedro II visitou o Rio Grande do Sul e inaugurou uma mina de carvão em Arroio dos Ratos, que foi denominada de Princesa Isabel.
 A mineração de carvão durante décadas foi intermitente e primitiva, somente passando a adquirir estatura de uma indústria moderna a partir da Segunda Guerra Mundial, ainda que em ritmo lento e cheio de altos e baixos. Desde então, até 1990, a primazia em termos de volume de produção, número e mecanização de minas, trabalhadores empregados e valores
econômicos foi da região sul-catarinense. Quando da desregulamentação, com desobrigação de compra de carvão metalúrgico nacional pelas siderúrgicas de alto-forno integradas, a mineração catarinense sofreu drástica queda. Apenas recentemente ocorreu alguma recuperação, com a elevação dos preços e o maior consumo de carvão no complexo termoelétrico de Tubarão-SC.
 A partir de 1970 iniciaram-se os trabalhos intensivos, sob bases técnico-científicas adequadas, do conhecimento geológico de nossos depósitos de carvão fóssil, pelo DNPM, pela CPRM e, em parte, por empresas privadas, além das equipes de pesquisadores do Cientec e da UFRS. Os resultados obtidos pela execução dos trabalhos pela CPRM foram resumidamente três:
descoberta de três novas jazidas de grande porte, Capané, Morungava/Chico Lomã e Santa Terezinha, as duas últimas com frações de carvão metalúrgico considerado inexistente até então no Rio Grande do Sul;
levantamento amplo dos jazimentos até então conhecidos apenas parcialmente, elevando os valores de recursos e caracterizando de modo abrangente as camadas existentes;
introdução de técnicas de pesquisa pioneiras como sondagem com fluido de perfuração programado para controle das paredes dos furos, inclusive em sedimentos inconsolidados; recuperação de testemunho de grande diâmetro para obtenção de amostras de maior volume das camadas de carvão; perfilagem geofísica das sondagens; eletrorresistividade, sísmica de refração e reflexão; cálculo de recursos e reservas de acordo com critérios internacionais; estudos de impacto ambiental; estudos integrados com levantamentos regionais de uma ou várias jazidas, utilizando e integrando todos os dados de superfície e subsuperfície.

Carvão fonte de substâncias aromáticas

 O carvão fóssil recebe diferentes nomes de acordo com sua porcentagem de carbono presente. A Hulha é um tipo que apresenta 75% a 90% de teor de carbono. Este tipo é a principal fonte de hidrocarbonetos aromáticos, que por destilação seca sua temperatura chega a cerva de 1000ºC, e na ausência de oxigênio oferece vários tipos de gases, que condensados produz alcatrão e águas amoniacais, e um resíduo sólido chamado coque. A misturas desses gases produzidos na destilação é utilizada como combustível doméstico e industrial. 
 O alcatrão é constituído por uma mistura de compostos aromáticos que por destilação fracionada é obtido diversas frações e um resíduo chamado piche.
 As águas amoniacais, rica em amônia, é utilizada para a fabricação de fertilizantes.
O coque é um resíduo sólido da destilação que é utilizado na siderurgia principalmente no processo de produção do ferroe do aço.
Hidrocarbonetos aromáticos

 Hidrocarbonetos Aromáticos possuem a cadeia carbônica fechada e apresentam um anel benzênico. Conheça a estrutura mais simples dessa classe de compostos:
Benzeno
 Para se dizer que um composto é aromático ele precisa apresentar pelo menos um destes anéis em sua estrutura molecular. Como se vê, o Benzeno de fórmula C6H6 possui apenas um anel benzênico, veja agora a estrutura da Naftalina:
 A presença de dois anéis benzênicos caracteriza o composto de fórmula C10H8. Repare que as ligações insaturadas (duplas ligações) nos anéis benzênicos podem ser representadas tanto por traços como por um círculo ao centro.

Conclusão

Ao término deste trabalho concluímos que o carvão é de extrema importância no nosso cotidiano, e é fonte de substancias aromáticas, como vimos ao longo do desenvolvimento do trabalho.

Diário de bordo


  • 21/10 - Início das discussões sobre o tema proposto 
  • 22/10 -Levantamento de subtemas e assuntos para textos 
  • 23/10- Divisões de temas e inicio de formulação de textos. 
  • 24/10- Finalizando o trabalho e postagem no blog.

Bíbliografia

www.brasilescola.com/geografia/carvao-mineral-combustivel.htm

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141998000200006

http://www.brasilescola.com/quimica/hidrocarbonetos-aromaticos.htm

http://saibaquimicaambiental.blogspot.com.br/2013/10/carvao-fonte-de-substancias-aromaticas_15.html

Autoavaliação do Grupo

- Alana -
Nota: MB - Devido que colaborei ao máximo com o grupo para o desenvolvimento do trabalho e criação do diário de bordo, além de diversas pesquisas relacionadas ao desenvolvimento do trabalho.

- Brenno -
Nota: MB - Fiquei responsável pela origem do carvão fóssil. Participei nas pesquisas e entreguei toda minha parte dentro do prazo.

- Eduardo -
Nota: MB – Fiquei responsável por pesquisar carvão fonte de substancias aromáticas, além de pesquisas complementares para do trabalho.

- Felipe -
Nota: MB – Fiquei responsável pela introdução e conclusão do trabalho, que envolveu muitos aspectos. Ajudei nas pesquisas e nos estudos para o blog.

- Victor -
Nota: MB – Fiquei responsável por toda a parte de coordenação do trabalho, além da pesquisa a respeito de hidrocarbonetos aromáticos. Auxiliei efetivamente na montagem e publicação do trabalho no blog.

- Nota Final do grupo -

Nota conceitual Total: MB

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Introdução - Trabalho sobre o Petróleo

Neste trabalho falaremos sobre Petróleo: fonte versátil de energia e matéria-prima. Mostrando sua origem, sua história no mundo e no Brasil, como ele é explorado e refinado e a sua importância para o ser humano.

Desenvolvimento do trabalho

Definição de Petróleo


 Vem do latim Petra = pedra +oleum = óleo. O petróleo é um líquido oleoso retirado de rochas subterrâneas. Também já foi conhecido como Ouro Negro, em virtude de sua coloração e valor econômico. Para sua formação são necessários milhares de anos para que uma rocha sedimentar armazene a quantidade de matéria orgânica (restos de vegetais e animais) suficiente, esses restos de matéria sofrem transformações durante milhares de anos originando as chamadas jazidas de petróleo. Sua importância para a economia mundial. O petróleo na sua forma natural não é pronto para o uso, então utiliza-se o método e destilação fracionada para que o petróleo possa dar origem a seus derivados, como por exemplo o gás de cozinha, e combustível de automóveis.
 O petróleo é considerado uma fonte de energia não renovável, de origem fóssil e é matéria prima da indústria petrolífera e petroquímica. O petróleo bruto possui em sua composição uma cadeia de hidrocarbonetos, cujas frações leves formamos gases e as frações pesadas o óleo cru. A distribuição destes percentuais de hidrocarbonetos é que define os diversos tipos de petróleo existentes no mundo. Na natureza quando encontrados está nos poros das rochas, chamadas de rochas reservatórios, cuja permeabilidade irá permitir a sua produção. Permeabilidade e porosidade são duas propriedades características de rochas sedimentares, motivo pelo qual as bacias sedimentares são os principais locais de ocorrência. Porosidade é uma característica física, definida como o percentual entre volume vazio e o volume total das rochas. Permeabilidade é a característica física relacionada com a intercomunicação entre os espaços vazios, e permite que ocorra a vazão de fluidos no meio poroso. Na natureza as rochas sedimentares são as mais porosas, e quando possuem permeabilidade elevada, formam o par ideal para a ocorrência de reservatórios de petróleo economicamente exploráveis. O Petróleo por possuir uma densidade média de 0,8, inferior a das rochas que constituem o sub solo, tende a migrar para a superfície provocando os clássicos casos de exudações (os egípcios utilizaram esse óleo como fonte de energia, como remédio e matéria prima para os processos de embalsamento). Se no caminho para a superfície encontra uma estrutura impermeável (armadilha), que faça o seu confinamento e impeça a sua migração, acaba formando um reservatório de petróleo. Vale salientar que esse processo ocorre lentamente (alguns milhares de anos), e gota a gota. Essas armadilhas impermeáveis são estruturas de grande proporção, que podem ser anticlinais, falhas geológicas, derrame de basalto ou domos de sais, identificados por estudos sísmicos e geológicos, mas o mais importante é observar que devem existir várias camadas de solo, outro motivo pelo qual o petróleo é mais facilmente encontrado em bacias sedimentares. A origem do petróleo é bastante polêmica, existindo teorias orgânicas e inorgânicas.
 As mais curiosas delas são as da formação principalmente pela decomposição da matéria orgânica do plâncton marinho, sobretudo o remanescente das plantas marinhas (fito plâncton transformado em sedimentos no momento da deposição), e a da inversão da atmosfera da terra originalmente composta por gás carbônico (CO2), que explicaria o volume de petróleo existente no subsolo da terra. Existem reservatórios de petróleo em diversas profundidades e os mais rasos (-10 m que podem ser explorados por mineração) são os mais pastosos e com predominância na composição com hidrocarbonetos de cadeias carbônicas pesadas (graxas), e os mais leves em grandes profundidades (na faixa de -2.500 m a – 5.000 m).

A Origem do Petróleo

O petróleo surgiu através de restos orgânicos de animais e vegetais depositados no fundo de lagos e mares sofrendo transformações químicas ao longo de milhares de anos. Substância inflamável possui estado físico oleoso e com densidade menor do que a água. Sua composição química é a combinação de moléculas de carbono e hidrogênio (hidrocarbonetos).

A extração do Petróleo

O petróleo é encontrado em Jazidas que podem se formar próximas a superfície ou ultrapassar 4000 metros de profundidade, retido nos poros das rochas reservatório, localizadas abaixo de rochas impermeáveis. Antes da perfuração do solo são feitos estudos geológicos, e ainda assim corre-se o risco de não se encontrar o óleo, ou encontrar um reservatório economicamente inviável. A exploração do petróleo exige inúmeros equipamentos, centenas de profissionais especializados e milhões de dólares. Brocas especiais são utilizadas na perfuração do poço; de tungstênio ou diamante para rochas muito duras e de aço para as menos resistentes. Quando a broca atinge a jazida, o petróleo sobre pressão desloca-se pela tubulação e jorra para a superfície. O petróleo retirado é conduzido para as refinarias através de oleodutos ou por imensos navios-petroleiros. Na refinaria é destilado e fracionado.

Refino do petróleo


Gasolina, querosene, óleo diesel, asfalto, solventes, ceras, plásticos, são alguns dos vários subprodutos ou derivados do petróleo, que são extraídos através da limpeza e refino desse óleo.
O petróleo é uma mistura de milhares de hidrocarbonetos. Cada um desses hidrocarbonetos apresenta moléculas de determinado tamanho, cujo a temperatura de ebulição esta diretamente relacionada.
Refinaria de petróleo
Assim que é retirado do solo, o petróleo quase não tem utilização alguma, mas depois de passar por diversos tratamentos químicos e físicos, torna-se de grande utilidade
Depois de ser extraído, transportados através de oleodutos e armazenados em tanques o petróleo é submetido a diversos processos químicos. O primeiro e mais importante é a destilação, que ocorre dentro de uma grande torre, na qual o petróleo é aquecido em 370 graus Celsius, o que faz com que o material se vaporize. O resultado é uma mistura de liquido e vapor. Ao voltar à forma líquida, o petróleo já tem boa parte de seus principais hidrocarbonetos separados.
Essa torre é uma grande coluna cilíndrica, com vários pratos horizontais que se intercomunicam, cada um com uma temperatura: quanto mais alta sua localização na torre, menor a temperatura.
 A seguir, a mistura é destilada, onde a parte gasosa sobe e a líquida desce. O resíduo deste processo, que nunca vaporiza, é recolhido e usado para fazer asfalto. Os pratos retêm uma pequena parte do líquido formado. O excesso transborda e escorre até um recipiente chamado panela, onde será bombeada, seguindo para fora da torre por meio de dutos.
Os vapores dos hidrocarbonetos sobem pela torre até chegarem às regiões com temperaturas iguais ou menores que suas temperaturas de ebulição, ao atingirem essas regiões os hidrocarbonetos condensam-se e são recolhidos. Assim, cada subproduto enche uma panela específica.
Os derivados irão a seguir para um processo de purificação em tanques, sofrendo reações químicas para quebrar e recombinar suas moléculas até atingirem um nível satisfatório de pureza. Da refinaria, eles saem por oleodutos até as indústrias petroquímicas.

Conclusão

Ao termino deste trabalho chegamos à conclusão de que o petróleo é uma matéria prima muito importante para o nosso cotidiano, pois dá origem ao plástico, a gasolina, além de diversos outros derivados dos quais somos dependentes hoje. Concluímos também que seus processos de extração e refinamento são complexos e extremamente caros, e por isso é muito importante um estudo correto antes de se perfurar o solo.

Diário de bordo

  • 05/06/2013-Inicio das discussões sobre o assunto.

  • 06/06/2013-Assunto é comentado e ocorre a divisão parcial do trabalho

  • 07/06/2013-Trabalho e completamente dividido entre os integrantes do grupo.

  • 09/06/2013-Inicio das pesquisas e fontes de informações 

  • 09/06/2013-Abstração da informação através da leitura de textos.

  • 10/06/2013-Grupo começa a redigir textos para o trabalho

  • 13/06 2013-Grupo se conecta via chat Facebook para discutir sobre a finalização do trabalho

  • 14/06/2013-Finalização do trabalho e postagem de conteúdo.

Bibliografia




http://www.alunosonline.com.br/quimica/refino-petroleo.html

Autoavaliação do grupo

- Alana -
Nota: MB - Pois colaborei ao máximo com o grupo para o desenvolvimento do trabalho e criação do diário de bordo, além de diversas pesquisas relacionadas ao desenvolvimento do trabalho.

- Brenno -
Nota: MB - Fiquei responsável pela história do petróleo, e petróleo no Brasil. Participei nas pesquisas e entreguei toda minha parte dentro do prazo.


- Eduardo -
Nota: MB – Fiquei responsável por todas as partes de introdução e conclusão montadas junto ao grupo, além de pesquisas complementares para do trabalho.

- Felipe -
Nota: MB – Fiquei responsável pela pesquisa a respeito do refinamento do petróleo, que envolveu muitos aspectos. Ajudei nas pesquisas e nos estudos para o blog.

- Victor -
Nota: MB – Fiquei responsável por toda a parte de coordenação do trabalho, além da pesquisa a respeito da origem do petróleo e seus meios de extração. Auxiliei efetivamente na montagem e publicação do trabalho no blog.

- Nota Final do grupo -

Nota conceitual Total: MB

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Introdução do Grupo ao trabalho

Neste trabalho falaremos sobre Química Ambiental e seus estudos, dando ênfase nos processos químicos (causados pelo homem e naturais). E a influência destes processos no meio ambiente e na biodiversidade do planeta.

Desenvolvimento do trabalho


- Chuva ácida -

A chuva ácida é produzida por óxidos: Dióxido de enxofre (SO2) e de nitrogênio (NO2), ambos derivados da queima de carvão, combustíveis fósseis e poluentes industriais. SO2 e NO2 passam a ser então componentes de nossa atmosfera. E assim surge o problema: esses gases, combinados com o hidrogênio presente na atmosfera (vapor de água), dão origem às chuvas carregadas de ácido sulfúrico e ácido nítrico. Como se vê, a presença destes ácidos é que torna a chuva acidificada. As chuvas ácidas ao caírem na superfície causam grande impacto ambiental, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras. E mais, causam prejuízos não só no campo, mas também nas cidades: corroem estruturas metálicas, monumentos históricos (estátuas) e edificações.Ácido sulfúrico (H2SO4) Esse ácido consegue destruir papel, tecidos de algodão, madeira, açúcar e outros materiais devido à sua ação energética (desidratante). Imagine os estragos que proporciona quando presente na chuva? O ácido sulfúrico tem ação corrosiva sobre os tecidos dos organismos vivos. As chuvas formadas em ambiente poluído com dióxido de enxofre contêm H2SO4, que causa grande impacto destrutivo, devido à propriedade de corroer plantas, metais e até mesmo pedras, como o mármore por exemplo. Ácido nítrico (HNO3) As chuvas ácidas produzidas em ambientes poluídos com óxido de nitrogênio (NO) contém em sua composição o ácido HNO3. O ácido nítrico é tóxico e, assim como o ácido sulfúrico, é corrosivo e causa vários danos à natureza.



- Cemitério de corais -


Os corais constituem colônias de animais e plantas do mundo marinho, abrigando extraordinárias biodiversidades e produtividades. O mundo sempre se fascinou com a sua variedade de cores e com as suas múltiplas formas espantosas.

Os corais são afetados diretamente pela temperatura, pela radiação solar e pela química dos oceanos.

As águas dos mares estão ficando mais quentes, com isto os corais se contraem e começam a sufocar as algas dentro deles. Estas, por sua vez, soltam toxinas para forçar o coral a expulsá-las. Por isto eles ficam doentes e com a cor branca. Se a temperatura do mar não volta ao normal, eles, por fim, morrem. Além de mais quentes, os mares estão mais ácidos. Com o aumento da poluição, principalmente o aumento da concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, o oceano acaba absorvendo esses gases. Diluídos na água, é formado então o ácido carbônico, conforme a reação: CO2(g) + H2O(l) → H2CO3(aq) Isso afeta os corais porque o ácido “sequestra” os carbonatos da água que servem para calcificar o esqueleto dos corais. Os carbonatos (CO32-) reagem com ácidos liberando mais gás carbônico. Os corais não são os únicos afetados, mas principalmente os crustáceos como ostras, mexilhões e caranguejos que têm as suas conchas corroídas. O plâncton calcário sofre também com isto e, uma vez que eles estão na cadeia alimentar marinha, servindo de alimento para organismos maiores, ocorrerá um desequilíbrio na cadeia inteira, inclusive em espécies que alimentam o ser humano. É um processo químico inevitável. Por isso, medidas urgentes devem ser tomadas. Um exemplo é a Austrália que estabeleceu áreas de corais a serem protegidas de visitantes e passou a controlar o uso de fertilizantes nas plantações próximas.Porém, uma notícia triste e preocupante para todo o planeta é que esses corais estão ficando brancos, ou seja, estão morrendo em uma velocidade alarmante. Das 1400 espécies de corais conhecidas, 231 estão em diferentes graus de risco de extinção. Há dez anos esse número era de apenas 13. Com isso, as mais de 2 milhões de espécies abrigadas por estes também sofrem as consequências e podem até desaparecer.Mas o que está ocasionando isto? A resposta é simples e muito comentada nos nossos dias: o aquecimento global.


- Processos químicos naturais -

 

No intemperismo químico sobre as rochas destaca-se a ação da água da chuva carregada de outros elementos atmosféricos, como o CO2. A água da chuva ataca minerais da rocha em sua superfície exposta e em suas fraturas e os decompõem dando origem a novos minerais, estáveis às condições da superfície terrestre, e a solutos que migram pelas fraturas da rocha ou nas águas superficiais em direção ao mar. A decomposição química dos minerais primários das rochas resulta da ação separada ou simultânea de vários processos químicos: hidrólise, oxidação, hidratação, carbonatação e dissolução.

  •  Oxidação: consiste na mudança do estado de oxidação de um elemento, normalmente através de reação com o oxigênio. Essa reação produz a destruição da estrutura cristalina do mineral, afetando comumente rochas cujos minerais contém ferro ferroso.
  •  Hidratação: consiste na incorporação de água ao mineral.
  •  Hidrólise: é uma reação química entre os íons H+ e o OH- de água e íons do mineral.
  •  Carbonatação: é a reação de íons hidrogenocarbonatos com íons dos minerais, consistindo em uma modalidade de hidrólise.
  •  Dissolução: consiste na solubilização direta de alguns minerais por ácidos. Os carbonatos são minerais muito susceptíveis a este tipo de reação. Em se tratando de água pura, a dissolução dos carbonatos é mínima.

- O homem para com o seu planeta -

No último século, o nosso planeta tem vindo a sofrer várias alterações devido ao avanço da ciência e da tecnologia. Tudo isto, permitiu ao Homem, maior conforto e melhores condições de vida. Contudo, este sempre pensou que tudo o que a Terra nos oferecia era inesgotável, o que fez com que agisse de uma forma bastante irresponsável. Desflorestação, poluição das águas, dos solos e do ar, esgotamento dos recursos naturais, estão a levar o nosso planeta para um estado de degradação incrível.

- Desflorestamento -

A Desflorestação tem diversas causas. Vamos aqui tentar expor de forma clara e esquematizada as causas e algumas consequências diretas da Desflorestação. Causas: - Desbaste comercial Realizado através de maquinaria pesada que para além de destruir a flora provoca a compactação do solo. - Agricultura intensiva A agricultura nos terrenos desflorestados não é compensadora, pois ao fim de 6/7 anos os solos encontram-se inférteis; dá-se o desgaste do solo; e leva à destruição do habitat natural dos animais. - Exploração de minas, de pedreiras e de petróleo Para além de destruírem a zona onde estão implantadas contaminam os solos e a água com produtos tóxicos. - Construção de barragens, túneis e estradas Vai encorajar a exploração de madeira e muitas vezes leva à deslocação de populações. - Economia / política dos países Para as nações tropicais a madeira é uma importante fonte de capital estrangeiro. São os
países desenvolvidos que em parte obrigam ao abate das florestas uma vez que são eles que mais precisam de matéria-prima. Consequências - Redução da biodiversidade. A biodiversidade é responsável pela variedade de genes existentes no mundo; estes são necessários para produção de medicamentos, alimentos e outros produtos (recursos biológicos). - Desaparecimento de culturas. Ao entrarem em contato com outros povos perdem hábitos importantes que os têm acompanhado desde sempre. - Infertilidade do solo. Com a desflorestação os solos ficam desprotegidos do vento e das chuvas (erosão do solo) o que provoca o arrastamento de minerais para outros locais. - Diminuição de oxigénio -> aumento de dióxido de carbono. Na fotossíntese as árvores consomem CO2 e produzem O2; logo se as cortarmos estaremos a aumentar os níveis de dióxido de carbono (vai contribuir para o efeito de estufa) e a diminuir o oxigénio de que tanto necessitamos para viver. O aumento de CO2 é também provocado pela queima dos combustíveis fósseis. Os incêndios são muitas vezes usados como meio de desflorestação, o que aumenta ainda mais os níveis de dióxido de carbono.

- Poluição das águas -

Quando se fala em poluição das águas, devem ser abrangidas não só as águas superficiais como também as subterrâneas. Causas:
Uma das principais fontes de poluição das águas são os resíduos urbanos entre estes: - Resíduos industriais. Neste tipo de resíduos abunda as descargas de efluentes das fábricas. - Resíduos rurais. O lançamento de esgotos diretamente nas águas sem que tenham sido devidamente tratadas; a deposição de lixos domésticos nas águas dos rios ou mares; o uso de produtos químicos na agricultura que acabam por ser transportados pela chuva para as águas dos rios e mares, contaminando-os e pondo em perigo toda a fauna e flora. Ambos os tipos de resíduos podem ser despejados num sentido voluntário ou involuntário. Consequências: Estes poluentes representam grande ameaça à qualidade da água, à saúde e ao meio ambiente, pois são capazes de provocar enormes danos aos organismos vivos, e, consequentemente à cadeia alimentar e à nossa saúde.

- Poluição dos solos -

O solo é um recurso finito, limitado e não renovável, face às suas taxas de degradação potencialmente rápidas, que têm vindo a aumentar nas últimas décadas. Causas: As principais fontes de poluição dos solos são: - Agricultura. Na agricultura é usado os fertilizantes, os inseticidas para o combate às pragas, como também é utilizado a queima da vegetação para depois começar a plantação. - Lixeiras. O lixo também tem o seu papel importante na degradação do solo. Devido à sua grande quantidade e composição (como é o caso dos aterros sanitários). Consequências:
O uso de fertilizantes e inseticidas prejudicam o solo, a vegetação e os animais. Com a queima da vegetação, o terreno fica exposto ao sol e ao vento ocasionando a perda de nutrientes e a erosão do solo. As lixeiras, contaminam o terreno chegando até a contaminar os lençóis de água subterrâneos.
Poluição da atmosfera
Pode-se considerar poluição atmosférica qualquer contaminação do ar oriunda de desperdícios gasosos, líquidos, sólidos ou outros produtos que podem pôr em risco a saúde humana, animal ou vegetal. A atmosfera tem uma certa capacidade depuradora que garante a eliminação, em condições naturais, dos materiais nela descarregados pelos seres vivos. O desequilíbrio deste sistema natural, levado a cabo pelo Homem, conduz à acumulação na atmosfera de substâncias nocivas à vida. Causas: Os principais fatores que tem vindo a contribuir para o aumento da poluição atmosférica destacam-se entre: - Atividade industrial. Esta atividade lança para o ar gases e poeiras em quantidades superiores à capacidade de absorção do meio ambiente, ficando assim estas substâncias acumuladas na atmosfera. - Circulação rodoviária. Os gases e as substâncias químicas libertadas pelos veículos motorizados, derivam do consume de combustíveis fosseis utilizados, como é o caso do petróleo.
Consequências: -O Smog. Define-se como uma combinação de fumo e de nevoeiro em áreas urbanas/industriais, ou seja, o aumento da temperatura durante o dia, e em condições de grande arrefecimento noturno. Provoca diretamente nas pessoas asma, bronquite, problemas respiratórios e cardíacos. E leva a uma elevada concentração de fumos à superfície. -Chuvas ácidas. As chuvas ácidas formam-se com a libertação de dióxido de enxofre e de óxido de azoto (provenientes de fábricas e automóveis) para a atmosfera, ou seja, ocorrendo precipitação, as chuvas ácidas originam a acidificação dos solos, que vai prejudicar a agricultura e as espécies de árvores e plantas que vão nascer. Outra consequência é a destruição da vegetação e a contaminação da água, que é muito prejudicial para a vegetação assim como para os animais. -O Efeito de Estufa. O efeito de estufa tem duas consequências, o aquecimento global do planeta, o que pode provocar a fusão do gelo das regiões polares e a subida dos oceanos e alterações climatéricas. - A destruição da camada de ozono. A existência de ozono na estratosfera é vital para a Terra, pois absorve grande parte da radiação ultravioleta. O ozono é assim indispensável, protegendo-nos do excesso de radiação ultravioleta, embora ao nível do solo seja prejudicial para a saúde e para o ambiente. A destruição da camada de ozono provocada pelo cloro origina variações do clima (aquecimento global) e poderá acabar com a vida na terra.

- Esgotamento dos recursos naturais -

Recursos naturais são elementos da natureza com utilidade para o Homem, com o objetivo do desenvolvimento da civilização, sobrevivência e conforto da sociedade em geral. Podem ser
renováveis, como a energia do Sol e do vento. Já a água, o solo e as árvores, são ja consideradas limitados. E ainda não renováveis, como os recursos energéticos fósseis, como o petróleo e o gás natural.
Causas: O abuso e destruição dos recursos naturais do nosso planeta pela mão do homem podem contribuir a curto prazo para o esgotamento dos recursos não renováveis da Terra. Consequências: Independentemente do grau de desenvolvimento das sociedades, os modelos de crescimento com base na exploração dos recursos naturais provocam um ciclo de degradação e destruição de todo o ecossistema Terra.
Soluções para um mundo melhor
Sendo tanto destes desastres claramente provocados pela mão do Homem, será urgente criar e estabelecer limites. Limites estes como, reduzir o uso e abuso dos recursos naturais indispensáveis à sobrevivência da população mundial. Sendo o ar, solo, água, vida e energia essencial para a vida humana e para a sobrevivência do sistema económico será obrigatório repensar nos sistemas atuais. Para acabarmos com tantos desastres temos diversas soluções tais como: - em relação à desflorestação- devemos devastar em igual proporção ao crescimento; plantar árvores, cada árvore absorve até 10kg de CO2 por ano; conservar as plantas e animais das florestas tropicais, através da proteção dos habitats; investir na reflorestação de modo a criar novas fontes de madeira e reabilitar as áreas florestais degradadas. -em relação à poluição das águas- recuperação dos rios e mares atingidos pela poluição para que se garanta à população o abastecimento de água não infectada. Entre essas medidas, ressalta-se o tratamento dos esgotos urbanos. - em relação à poluição dos solos- Elaboração de substitutos para os inseticidas; saneamentos
básicos; instalação de estações de tratamento e reciclagem de lixo, em relação aos aterros sanitários estes deveriam ser cobertos para que não fossem expostos a céu aberto nem que entrassem em contato com o solo. - em relação à poluição atmosférica- deveria existir uma redução das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera; utilização de filtros nas chaminés das fábricas; promoção de energias alternativas, não poluentes; utilização de tecnologias “limpas”; promoção da reciclagem; reutilização de determinados produtos, por exemplo a utilização de garrafas de vidro em substituição das de plástico descartáveis. - em relação ao esgotamento dos recursos naturais- poupar energia substituindo as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras, com estas lâmpadas obtêm-se a mesma luz poupando 80% de energia; aproveitar toda a energia natural que se puder; utilizar os transportes públicos; comprar carros híbridos, são mais amigo do ambiente; utilizar painéis solares em casa, etc. Estas são apenas algumas medidas alternativas que devemos seguir para assegurar o sucesso das gerações seguintes.

Conclusão


Ao termino deste trabalho chegamos a conclusão de que o ser humano exerce enorme influência sobre o meio ambiente, muitas vezes prejudicando-o. Vimos a importância dos processos químicos para a manutenção da vida no planeta, e a importância da Química Ambiental no papel de identificar os estes processos que envolvem as mudanças que ocorrem no meio ambiente causadoras de sérios danos à humanidade.



Diário de Bordo

- dificuldades encontradas -

  • Pesquisas com conteúdos completos à respeito dos temas
  • Explicações à fundo dos temas
  • reunião do grupo para a montagem do blog
  • comunicação entre os integrantes

- Resolução dos problemas -

  • Definição de busca por pessoas
  • Procuras mais completas e rigorosas
  • Determinação de um dia para o encontro dos integrantes e discussão á respeito do trabalho
  • Criação de um grupo em rede social para melhorar o foco e a comunicação dos integrantes

Bibliografia e bases de pesquisa

- Processos químicos e naturais -

http://www.brasilescola.com/quimica/quimica-ambiental.htm



 - Processos químicos causados pelo homem -



Auto-avaliação dos alunos

- Alana -

Nota: MB - Pois colaborei ao máximo com o grupo tanto na montagem do Blog quanto nas pesquisas.


- Brenno - 

Nota: MB - Fiquei responsável pela parte de impactos ambientais causados pelo homem, junto ao Eduardo. Participei nas pesquisas e entreguei toda minha parte dentro do prazo.


- Eduardo -

Nota: MB - Fiquei responsável também pela parte dos impactos ambientais. Ajudei ao máximo na montagem, no design e nas publicações do blog.


- Felipe -

Nota: MB - Pesquisei sobre o cemitério de corais e algumas relações entre este e o aquecimento global. Ajudei nas pesquisas e nos estudos para o blog.


- Victor -

Nota:MB - Pesquisei, junto ao Felipe sobre o aquecimento global e montei o blog, dei a base inicial para a continuação do projeto e ajudei nos estudos e nas pesquisas.


- Nota Final do grupo -

Nota conceitual Total: MB